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| Luiz Henrique Ferreira Romão (Macarrão). |
Durval volta a questionar o réu. "Vocês nunca mentiram isso? Porque o DNA deu da Eliza", completa o deputado. "Nunca mentimos que o sangue que tinha lá era da Eliza", afirma Macarrão.
Ainda sobre as provas coletadas no inquérito, o deputado comenta que a quebra do sigilo do telefone indica a presença de Macarrão em locais relacionados ao desaparecimento da jovem. "As provas são fortes, tá? Você nunca mentiu? Logo nos primeiros depoimentos você já tinha falado sobre isso, que o sangue poderia ser da Eliza?", pergunta Durval.
O detento afirma que a omissão foi orientada pelo advogado. "Eu nunca menti sobre isso, não. Nunca falei porque meu advogado nunca deixou. Isso aí eu nunca falei não foi porque eu não quis, eu sempre quis falar." O réu ainda afirmou que é inocente. "Tô pagando por uma coisa que eu não cometi. Todos colocam 'eu' como culpado", disse.
Ainda de acordo com Durval, ele assume a participação no traslado de Eliza Samudio a Belo Horizonte, mas diz que é inocente no caso do desaparecimento.
Fonte: G1

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